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quinta-feira, 27 de julho de 2017

Nem se passou um mês de desafio e...

... já me peguei comprando mentalmente vários livros! kkkkkkk Acho graça disso, não sou mais aquela que se punia por não ser perfeita. Porém, ao invés de comprar e depois me arrepender amargamente, apenas observei que minha mente pensava em vários títulos que eu preciso ler e em um momento ou outro me peguei esticando a mão pra pegar minha carteira, com o cartão de crédito dentro dela... e parei, rindo de mim mesma. 

Hábitos... Alguns hábitos ficam tão arraigados em nós que vencê-los se torna uma luta diária, minuto a minuto. Ok que não precisa ser uma luta, mas creio que no início, até o hábito se solidificar, será, sim... E tudo bem!

Eu realmente tenho me questionado sobre minha relação com minhas coisas e com o mundo, e onde estou inserida nisso... Percebi, como já devo ter dito aqui, que tenho pouca roupa, ou pelo menos pouca roupa que sempre esteja me servindo. Isso me faz pensar que estou sempre passando por oscilações de peso. O que me leva a analisar se de fato eu me amo a ponto de aceitar meu corpo com peso X ou se estou sempre buscando um peso A e alcançando-o, para depois me afastar dele e começar toda a luta novamente.

Aliás, palavrinha ordinária essa: luta! Tô brigando com quem? Comigo? Se for, decreto o fim dessa luta já! Pra ontem! Quanta bobagem!

Continuando as reflexões...

Quem eu quero aparentar ser? Qual meu estilo de vestir? Como me apresento ao mundo e a mim mesma? Eu vivo como eu gostaria de viver? E digo viver no sentido bem amplo da palavra: aquele viver independentemente do que "os outros" vão pensar... Quão livre eu realmente sou pra ser quem eu acho que eu sou de verdade?

Muitas perguntas, muita autoanálise, mas diferente das várias outras vezes (que já tinham sido relatadas aqui em posts já deletados) isso não está me paralisando, nem me deixando angustiada e muito menos com raiva de mim mesma. Deixo as perguntas irem e virem, e assumo uma postura de pura abertura para o que o Universo, minha consciência, meus protetores espirituais e até mesmo o Youtube me ajudem a descobrir a resposta. Sem pressa, sem pressão. Mas sem parar!

Enquanto minha mente queria comprar livros (aqueles que eu prometi a mim mesma não comprar por 1 ano e que realmente não são necessários no momento), me desfiz de algumas lingeries. Simples, rápido e indolor. Os 3 conjuntinhos estavam lá na gaveta há não sei quanto tempo, esperando que eu esteja com o tal corpo "A" para usá-los... Pena que as estampas deles ficaram obsoletas antes de eu chegar no corpo "A"... Serão úteis para alguém, com certeza, mas não pra mim. Não mais...

Vida - boa demais - que segue. E cada dia com menos tralha e supérfluos!

Não, não preciso comprar livros!

2 comentários:

  1. Acho que o mais difícil de mudar é a questão de livros... Não é um supérfluo. Porém, nem sempre é necessário. E quando for... amamos o físico, mas o digital é mais barato e não ocupa espaço. No mais, amei seu jeito animado de falar da vida! Que ela seja cada dia melhor!

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    1. Sim, livros não são supérfluos, e mesmo se fossem, eu os amo, então pra mim não são supérfluos! Só me pego pensando que, se gastei tempo, dinheiro e energia escolhendo e comprando um livro, o mínimo que posso esperar de mim é lê-los... rsrsrs E então eu percebo que há que se ter muita calma na hora de sair comprando livros enlouquecidamente, pois agora tenho uns 100 livros pra ler e não tanto tempo disponível...

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